"Quando, porém, ao que me separou... aprouve revelar seu Filho nem mim... " - Gálatas 1.15,16.
O chamado de Deus não é um chamado para um serviço determinado; a interpretação que faço dele pode ser, porque meu contato com a natureza de Deus ..me faz perceber o que eu gostaria de fazer para ele. O chamado de Deus é essencialmente a expressão de sua natureza; o serviço é o fruto do chamado que mais se ajusta à minha natureza. A vocação da vida natural é enunciada pelo apóstolo Paulo da seguinte maneira: ."Quando porém, ao que me separou aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios.
Meu serviço. a Deus é o extravasamento de uma superabundante devoção; mas, num sentido mais profundo, não há nenhum chamado para isso; trata-se do meu próprio dever pessoal, que é o eco de minha identificação com a natureza de Deus. Servir é parte natural de minha vida. Deus me coloca em um relacionamento com ele pelo qual ..compreendo o seu chamado, e então passo a trabalhar para ele voluntariamente, ..mas apenas por amor a ele Servir a Deus é uma consciente dádiva de amor, de uma natureza que ouviu o chamado dele; é a expressão daquilo que é próprio de minha natureza. O chamado de Deus é a expressão da sua natureza; consequentemente, quando recebo sua natureza e ouço o seu chamado, a voz da natureza divina ressoa em ambos, e os dois trabalham juntos. O Filho de Deus se revela em mim e, por devoção a ele, eu o sirvo pelos meios comuns da vida.
Muitos de nós, temos o desafio de caminhar com o Senhor e passar para os outros, por meio de estudos, o que temos aprendido na Palavra. Se não damos aula, ainda assim temos o privilégio de discipular outros. O objetivo de “nossa jornada juntos” é encontrar com o Senhor todos os dias, fazendo leituras, memorizando versículos, fazendo lista de oração e o desenvolvendo estudos juntos no nível dos jovens. Caminhe junto com a gente, compartilhando, encorajando e prestando contas por Ele e para Ele
A Jornada de vida - por Ele, para Ele e com Ele.
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Monday, January 17, 2011
Sunday, January 16, 2011
Os Umbrais do Reino
"Bem-aventurados os pobres de espírito." - Mateus 5.3
Cuidemos para não apresentar o Senhor primeiro como Mestre. Se Jesus Cristo é apenas Mestre, a única coisa que ele pode fazer é atormentar-me com um padrão a que não posso corresponder. De que adianta apresentar-me um ideal que jamais conseguirei alcançar? Serei mais feliz sem conhecê-lo. De que adianta dizer-me que devo fazer o que nunca conseguirei - ser puro de coração, fazer mais do que o meu dever, ser perfeitamente consagrado a Deus? Preciso conhecer Jesus Cristo como meu Salvador para que seus ensinamentos representem para mim mais do que um mero ideal que me leva ao desespero. Depois de nascer de novo, do Espírito de Deus, porém, entendo que Jesus Cristo não veio apenas para ensinar; veio para fazer de mim aquilo que ele ensina que devo ser. A redenção significa que Jesus Cristo pode colocar em qualquer pessoa a mesma disposição que governou a sua própria vida, e todos os padrões estabelecidos por Deus se baseiam nessa disposição.
Os ensinamentos do Sermão do Monte levam o homem natural ao desespero - exatamente o que Jesus queria. Enquanto abrigamos a farisaica e pretenciosa noção de que podemos cumprir o ensinamento do Senhor, Deus nos deixará prosseguir até espatifarmos nossa ignorância contra algum obstáculo; só então nos disporemos a ir a ele como pobres de espírito, e receber tudo dele. "Bem-aventurados os pobres de espírito"; esse é o primeiro princípio do reino de Deus. No reino de Jesus Cristo, o essencial é pobreza, e não posses; não decisões por Jesus Cristo, mas um senso de absoluta incapacidade: "Por mim mesmo, não posso fazer nada." Ao que Jesus responde: "Bem-aventurado és tu." Esse é o umbral do reino. E levamos tanto tempo para acreditar que somos pobres! O reconhecimento da nossa própria pobreza nos leva à fronteira moral onde Jesus opera.
Cuidemos para não apresentar o Senhor primeiro como Mestre. Se Jesus Cristo é apenas Mestre, a única coisa que ele pode fazer é atormentar-me com um padrão a que não posso corresponder. De que adianta apresentar-me um ideal que jamais conseguirei alcançar? Serei mais feliz sem conhecê-lo. De que adianta dizer-me que devo fazer o que nunca conseguirei - ser puro de coração, fazer mais do que o meu dever, ser perfeitamente consagrado a Deus? Preciso conhecer Jesus Cristo como meu Salvador para que seus ensinamentos representem para mim mais do que um mero ideal que me leva ao desespero. Depois de nascer de novo, do Espírito de Deus, porém, entendo que Jesus Cristo não veio apenas para ensinar; veio para fazer de mim aquilo que ele ensina que devo ser. A redenção significa que Jesus Cristo pode colocar em qualquer pessoa a mesma disposição que governou a sua própria vida, e todos os padrões estabelecidos por Deus se baseiam nessa disposição.
Os ensinamentos do Sermão do Monte levam o homem natural ao desespero - exatamente o que Jesus queria. Enquanto abrigamos a farisaica e pretenciosa noção de que podemos cumprir o ensinamento do Senhor, Deus nos deixará prosseguir até espatifarmos nossa ignorância contra algum obstáculo; só então nos disporemos a ir a ele como pobres de espírito, e receber tudo dele. "Bem-aventurados os pobres de espírito"; esse é o primeiro princípio do reino de Deus. No reino de Jesus Cristo, o essencial é pobreza, e não posses; não decisões por Jesus Cristo, mas um senso de absoluta incapacidade: "Por mim mesmo, não posso fazer nada." Ao que Jesus responde: "Bem-aventurado és tu." Esse é o umbral do reino. E levamos tanto tempo para acreditar que somos pobres! O reconhecimento da nossa própria pobreza nos leva à fronteira moral onde Jesus opera.
Saturday, January 15, 2011
Você Anda de Branco?
"Fomos, pois, sepultados com ele para que assim também andemos nós em novidade de vida." - Romanos 6.4.
Ninguém entra na experiência de total santificação sem antes passar por um "enterro espiritual" - o enterro da velha vida. A menos que essa "morte" ocorra, a santificação não passa de um anseio. É preciso que haja esse enterro, essa morte, que tem uma única ressurreição - um ressurgimento com a vida de Jesus Cristo. .Nada pode perturbar essa vida; é uma vida com Deus que tem um só objetivo: ser testemunha dele.
Você já enterrou sua vida própria? Do ponto de vista do sentimento, certamente isso já ocorreu muitas vezes, mas terá realmente acabado com ela? .Você não pode ir ao seu enterro apenas em sentimento, nem morrer só em sentimento. Morrer significa parar de existir. Você concorda com Deus em parar de ser o tipo de cristão esforçado e zeloso que tem sido? Ficamos rondando o cemitério, mas o tempo todo nos recusamos a morrer. Não se trata de esforçar-nos para chegar à morte, mas de morrer - de sermos "batizados na sua morte".
Você já presenciou o seu "enterro espiritual", ou está enganando a si mesmo? .Lembra especificamente o dia que ficou marcado na sua como o último de vida própria, um marco ao qual a memória retorna com humilde e grata satisfação: "Sim, foi ali, naquele "enterro espiritual", que fiz um acordo com Deus"?
"Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação." Quando percebemos qual é a vontade de Deus, entramos na santificação da maneira mais natural possível. Você está disposto a presenciar esse "enterro espiritual" agora? Considera este o seu último dia na terra, conforme é o desejo dele? É você quem decide o momento desse acordo.
Ninguém entra na experiência de total santificação sem antes passar por um "enterro espiritual" - o enterro da velha vida. A menos que essa "morte" ocorra, a santificação não passa de um anseio. É preciso que haja esse enterro, essa morte, que tem uma única ressurreição - um ressurgimento com a vida de Jesus Cristo. .Nada pode perturbar essa vida; é uma vida com Deus que tem um só objetivo: ser testemunha dele.
Você já enterrou sua vida própria? Do ponto de vista do sentimento, certamente isso já ocorreu muitas vezes, mas terá realmente acabado com ela? .Você não pode ir ao seu enterro apenas em sentimento, nem morrer só em sentimento. Morrer significa parar de existir. Você concorda com Deus em parar de ser o tipo de cristão esforçado e zeloso que tem sido? Ficamos rondando o cemitério, mas o tempo todo nos recusamos a morrer. Não se trata de esforçar-nos para chegar à morte, mas de morrer - de sermos "batizados na sua morte".
Você já presenciou o seu "enterro espiritual", ou está enganando a si mesmo? .Lembra especificamente o dia que ficou marcado na sua como o último de vida própria, um marco ao qual a memória retorna com humilde e grata satisfação: "Sim, foi ali, naquele "enterro espiritual", que fiz um acordo com Deus"?
"Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação." Quando percebemos qual é a vontade de Deus, entramos na santificação da maneira mais natural possível. Você está disposto a presenciar esse "enterro espiritual" agora? Considera este o seu último dia na terra, conforme é o desejo dele? É você quem decide o momento desse acordo.
Friday, January 14, 2011
Chamados de Deus
"A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim." - Isaías 6.8
Deus não dirigiu o chamado a Isaías; o profeta ouviu Deus dizendo: "Quem há de ir por nós? " O chamado de Deus não é para uns poucos escolhidos, é para todos. ...Ouvir ou não o chamado de Deus depende do estado em que se acham seus ouvidos; e o que ouço depende da minha disposição "Muitos são chamados mas poucos escolhidos", ou seja, poucos se revelam como os escolhidos. Os escolhidos são os que passaram a ter um relacionamento com .Deus através de Jesus Cristo, pelo qual sua disposição foi modificada e seus ouvidos foram abertos, e ouviram a voz tranqüila e suave a indagar o tempo todo: "Quem há de ir por nós?" Não é uma questão de Deus separar um homem e dizer: "Olhe, você vai!" Deus não exerceu sobre Isaías nenhuma coação; ele estava na presença de Deus e ouviu-lhe o chamado, e percebeu que não restava outra alternativa a não ser dizer, com uma liberdade consciente: "Eis-me aqui, envia-me a mim." Tire da cabeça a idéia de esperar que Deus lhe venha com coações e apelos. ...Quando o Senhor chamou seus discípulos, não houve nenhuma coação externa irresistível. A serena e terna instância do seu "Segue-me" foi dirigida a homens que estavam com todas as suas faculdades bem alerta.
Se permitirmos que o Espírito Santo nos coloque face a face com Deus, ...também nós ouviremos algo semelhante ao que Isaías ouviu, a voz tranqüila e suave de Deus; e em perfeita liberdade diremos: " Eis-me aqui, envia-me a mim."
Deus não dirigiu o chamado a Isaías; o profeta ouviu Deus dizendo: "Quem há de ir por nós? " O chamado de Deus não é para uns poucos escolhidos, é para todos. ...Ouvir ou não o chamado de Deus depende do estado em que se acham seus ouvidos; e o que ouço depende da minha disposição "Muitos são chamados mas poucos escolhidos", ou seja, poucos se revelam como os escolhidos. Os escolhidos são os que passaram a ter um relacionamento com .Deus através de Jesus Cristo, pelo qual sua disposição foi modificada e seus ouvidos foram abertos, e ouviram a voz tranqüila e suave a indagar o tempo todo: "Quem há de ir por nós?" Não é uma questão de Deus separar um homem e dizer: "Olhe, você vai!" Deus não exerceu sobre Isaías nenhuma coação; ele estava na presença de Deus e ouviu-lhe o chamado, e percebeu que não restava outra alternativa a não ser dizer, com uma liberdade consciente: "Eis-me aqui, envia-me a mim." Tire da cabeça a idéia de esperar que Deus lhe venha com coações e apelos. ...Quando o Senhor chamou seus discípulos, não houve nenhuma coação externa irresistível. A serena e terna instância do seu "Segue-me" foi dirigida a homens que estavam com todas as suas faculdades bem alerta.
Se permitirmos que o Espírito Santo nos coloque face a face com Deus, ...também nós ouviremos algo semelhante ao que Isaías ouviu, a voz tranqüila e suave de Deus; e em perfeita liberdade diremos: " Eis-me aqui, envia-me a mim."
Thursday, January 13, 2011
Você Alguma Vez já Esteve a Sós com Deus?
"Quando Jesus ficou só... os doze o interrogaram..." - Marcos 4.10
Ele - a sós conosco. Quando Deus consegue ficar a sós conosco, seja pela aflição, pela dor, ou pela tentação, por uma decepção, doença ou por frustrações sentimentais, por uma amizade rompida ou por uma amizade iniciada - quando nos deixa totalmente a sós e nos sentimos confusos, sem conseguir sequer formular uma pergunta - então ele começa a nos ensinar. Veja Jesus Cristo ensinando os doze. Eram os discípulos que ficavam perplexos, não a turba lá fora. Constantemente faziam perguntas a Jesus e eles constantemente lhes dava explicações; mas eles só as compreenderam depois de terem recebido o Espírito Santo (Ver João 14.26).
Se você estiver caminhando com Deus, a única coisa que está clara para você .e a única coisa que Deus pretende que fique clara, é a maneira como ele lida com a sua alma. As tristezas e perplexidades de seu irmão são um enigma total para você. Pensamos compreender a situação de outra pessoa, até que Deus nos dá uma mostra da maldade que há em nosso próprio coração. Em cada um de nós há grandes áreas de resistência e ignorância a serem reveladas pelo Espírito Santo, e isso só pode ser feito quando Jesus se encontra conosco a sós. Estamos a sós com agora, ou andamos absorvidos por ideiazinhas tolas, relacionamentos difíceis no serviço de Deus, conceitos errôneos sobre nosso corpo? Jesus não poderá explicar-nos nada, enquanto não tirarmos da cabeça todas essas ruidosas questões para ficarmos a sós com ele.
Ele - a sós conosco. Quando Deus consegue ficar a sós conosco, seja pela aflição, pela dor, ou pela tentação, por uma decepção, doença ou por frustrações sentimentais, por uma amizade rompida ou por uma amizade iniciada - quando nos deixa totalmente a sós e nos sentimos confusos, sem conseguir sequer formular uma pergunta - então ele começa a nos ensinar. Veja Jesus Cristo ensinando os doze. Eram os discípulos que ficavam perplexos, não a turba lá fora. Constantemente faziam perguntas a Jesus e eles constantemente lhes dava explicações; mas eles só as compreenderam depois de terem recebido o Espírito Santo (Ver João 14.26).
Se você estiver caminhando com Deus, a única coisa que está clara para você .e a única coisa que Deus pretende que fique clara, é a maneira como ele lida com a sua alma. As tristezas e perplexidades de seu irmão são um enigma total para você. Pensamos compreender a situação de outra pessoa, até que Deus nos dá uma mostra da maldade que há em nosso próprio coração. Em cada um de nós há grandes áreas de resistência e ignorância a serem reveladas pelo Espírito Santo, e isso só pode ser feito quando Jesus se encontra conosco a sós. Estamos a sós com agora, ou andamos absorvidos por ideiazinhas tolas, relacionamentos difíceis no serviço de Deus, conceitos errôneos sobre nosso corpo? Jesus não poderá explicar-nos nada, enquanto não tirarmos da cabeça todas essas ruidosas questões para ficarmos a sós com ele.
Wednesday, January 12, 2011
Você Alguma Vez já Ficou a Sós com Deus?
"Tudo porém, explicava em particular aos seus próprios discípulos." - Marcos 4.34
Nós - a sós com ele. Jesus não passa o tempo todo a .sós conosco nos explicando a verdade. Ele no-la explica na medida em que podemos compreendê-la. A vida dos outros é uma incógnita para nós. Deus está empenhado é em fazer-nos entender nossa própria alma. É um trabalho lento; tão lento que Deus leva o tempo todo .e a eternidade para moldar uma pessoa conforme seu próprio objetivo. O único meio de sermos úteis a Deus . é deixar que ele nos leve a penetrar nos recantos mais íntimos de nosso caráter. .É espantoso o quanto desconhecemos a nós mesmos! Não nos apercebemos da inveja, da preguiça e do orgulho que há em nós. Jesus nos revela tudo o que este nosso corpo nos ..abrigava antes de sua graça começar a atuar nele. Quantos de nós aprenderam a olhar com coragem para dentro de si mesmos?
Temos de nos libertar da presunção de achar que compreendemos a nós mesmos; essa é a última presunção a ser abandonada. O único que nos compreende é Deus. A maior das maldições para a vida espiritual é a presunção. Se alguma vez tivermos um vislumbre daquilo que somos aos olhos de Deus, nem chegaremos a dizer: "Oh, como sou indigno", ..porque então teremos percebido que somos tão profundamente indignos que nem nos interessa afirmar isso. Enquanto não estivermos totalmente convictos de que somos indignos, Deus continuará a cercar-nos até conseguir que fiquemos a sós com ele. Enquanto houver em nós algum vestígio de orgulho ou presunção, Jesus não poderá explicar-nos nada. Ele nos fará sofrer as decepções de um orgulho intelectual ferido ou passar por frustrações sentimentais. Ele nos revelará afeições distorcidas - coisas pelas quais nunca .pensamos que ele teria que chamar-nos à parte. Ouvimos muitas coisas em aulas, mas elas ainda não constituem "explicações". Se-la-ão quando Deus tratar delas conosco a sós.
Nós - a sós com ele. Jesus não passa o tempo todo a .sós conosco nos explicando a verdade. Ele no-la explica na medida em que podemos compreendê-la. A vida dos outros é uma incógnita para nós. Deus está empenhado é em fazer-nos entender nossa própria alma. É um trabalho lento; tão lento que Deus leva o tempo todo .e a eternidade para moldar uma pessoa conforme seu próprio objetivo. O único meio de sermos úteis a Deus . é deixar que ele nos leve a penetrar nos recantos mais íntimos de nosso caráter. .É espantoso o quanto desconhecemos a nós mesmos! Não nos apercebemos da inveja, da preguiça e do orgulho que há em nós. Jesus nos revela tudo o que este nosso corpo nos ..abrigava antes de sua graça começar a atuar nele. Quantos de nós aprenderam a olhar com coragem para dentro de si mesmos?
Temos de nos libertar da presunção de achar que compreendemos a nós mesmos; essa é a última presunção a ser abandonada. O único que nos compreende é Deus. A maior das maldições para a vida espiritual é a presunção. Se alguma vez tivermos um vislumbre daquilo que somos aos olhos de Deus, nem chegaremos a dizer: "Oh, como sou indigno", ..porque então teremos percebido que somos tão profundamente indignos que nem nos interessa afirmar isso. Enquanto não estivermos totalmente convictos de que somos indignos, Deus continuará a cercar-nos até conseguir que fiquemos a sós com ele. Enquanto houver em nós algum vestígio de orgulho ou presunção, Jesus não poderá explicar-nos nada. Ele nos fará sofrer as decepções de um orgulho intelectual ferido ou passar por frustrações sentimentais. Ele nos revelará afeições distorcidas - coisas pelas quais nunca .pensamos que ele teria que chamar-nos à parte. Ouvimos muitas coisas em aulas, mas elas ainda não constituem "explicações". Se-la-ão quando Deus tratar delas conosco a sós.
Tuesday, January 11, 2011
O que Custa aos Outros a Minha Obediência a Deus
"Constrangendo um cirineu, chamado Simão... puseram-lhe a cruz sobre seus ombros" - Lucas 23.26
Se obedecermos a Deus, isso irá custar mais a outras pessoas do que a nós, e é isso que dói. .Quando amamos profundamente o Senhor, a obediência não nos custa nada, é um deleite;..mas custa muito aqueles que não o amam. Se obedecermos a Deus, isso significará que os planos de outras pessoas serão afetados, e elas escarnece-rão de nós - "Você chama isso de cristianismo?" .Porém, se quisermos obedecer a Deus, não poderemos evitar esse sofrimento; devemos deixar que o preço seja pago.
Nosso orgulho se entrincheira nesse ponto, .e diz: ."Nunca aceitarei nada de ninguém". ..Ou o aceitamos, ou então estaremos preferindo desobedecer a Deus. Não temos o direito de querer ter nenhum outro tipo de relação, senão aquela que o próprio Senhor teve (Veja Lucas 8.2,3).
A estagnação na vida espiritual sobrevém quando dizemos que vamos suportar tudo sozinhos. .Não podemos. Estamos tão envolvidos nos desígnios universais de Deus, que, no instante em que obedecemos a Deus, .outros são atingidos. Iremos permanecer leais em nossa obediência a Deus e suportar a humilhação de nos recusarmos a ser independentes, ou iremos seguir por outro caminho e dizer: "Não serei causa de sofrimento para outros"? Podemos desobedecer a Deus se quisermos, e isso trará alívio imediato à situação, mas seremos motivo de tristeza para o Senhor.
Ao passo que, se obedecermos a Deus, .ele cuidará daqueles que foram afetados pelas conseqüências da nossa obediência. Temos simplesmente que obedecer e deixar todas as conseqüências entregues a ele.
Tenhamos cuidado com a tendência humana de querer ditar a Deus o que permitiremos que aconteça depois que lhe obedecermos.
Se obedecermos a Deus, isso irá custar mais a outras pessoas do que a nós, e é isso que dói. .Quando amamos profundamente o Senhor, a obediência não nos custa nada, é um deleite;..mas custa muito aqueles que não o amam. Se obedecermos a Deus, isso significará que os planos de outras pessoas serão afetados, e elas escarnece-rão de nós - "Você chama isso de cristianismo?" .Porém, se quisermos obedecer a Deus, não poderemos evitar esse sofrimento; devemos deixar que o preço seja pago.
Nosso orgulho se entrincheira nesse ponto, .e diz: ."Nunca aceitarei nada de ninguém". ..Ou o aceitamos, ou então estaremos preferindo desobedecer a Deus. Não temos o direito de querer ter nenhum outro tipo de relação, senão aquela que o próprio Senhor teve (Veja Lucas 8.2,3).
A estagnação na vida espiritual sobrevém quando dizemos que vamos suportar tudo sozinhos. .Não podemos. Estamos tão envolvidos nos desígnios universais de Deus, que, no instante em que obedecemos a Deus, .outros são atingidos. Iremos permanecer leais em nossa obediência a Deus e suportar a humilhação de nos recusarmos a ser independentes, ou iremos seguir por outro caminho e dizer: "Não serei causa de sofrimento para outros"? Podemos desobedecer a Deus se quisermos, e isso trará alívio imediato à situação, mas seremos motivo de tristeza para o Senhor.
Ao passo que, se obedecermos a Deus, .ele cuidará daqueles que foram afetados pelas conseqüências da nossa obediência. Temos simplesmente que obedecer e deixar todas as conseqüências entregues a ele.
Tenhamos cuidado com a tendência humana de querer ditar a Deus o que permitiremos que aconteça depois que lhe obedecermos.
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