"Ai de mim, se não pregar o evangelho!" - 1 Coríntios 9.16.
Cuidado para não tapar os ouvidos ao chamado de Deus! Todos os que são salvos são chamados a dar testemunho disso; não são chamados para pregar, apenas para ser um exemplo na pregação. Paulo refere-se às "dores" que lhe causava a compulsão de pregar o evangelho. Nunca associemos isso que Paulo diz ao fato de vidas entrarem em contato com Deus e serem salvas. Não há nada mais fácil do que ser salvo, porque essa é a obra soberana de Deus: "Vinde a mim e eu vos salvarei." O Senhor nunca estabeleceu as condições do discipulado como sendo as condições para a salvação. Estaremos destinados à salvação através da cruz de Jesus Cristo. O discipulado traz consigo uma opção: "Se alguém quiser vir..."
Essas palavras de Paulo têm a ver com o tornar-se servo de Jesus Cristo. Deus nunca nos pede permissão para decidir o que faremos ou para onde iremos. Deus faz de nós pão partido" e "vinho derramado" para o grado dele. Ser "separado para o evangelho" significa ouvir o chamado de Deus; e, quando começamos a ouvir esse chamado, passamos a viver uma agonia realmente digna desse nome. Todas as nossas ambições são logo podadas; todo desejo de viver para nós mesmos, sufocado; todas as perspectivas pessoais desvanecem por completo e se apagam - exceto uma coisa: "separado para o evangelho". Ai da pessoa que tentar andar em qualquer outra direção depois de receber esse chamado. O objetivo desta escola é levá-los a descobrirem de Deus encontrará aqui um homem ou uma mulher que se interessa em proclamar o evangelho; a verem se Deus tem a posse garantida de sua vida. E, depois, cuidado com os concorrentes!
Muitos de nós, temos o desafio de caminhar com o Senhor e passar para os outros, por meio de estudos, o que temos aprendido na Palavra. Se não damos aula, ainda assim temos o privilégio de discipular outros. O objetivo de “nossa jornada juntos” é encontrar com o Senhor todos os dias, fazendo leituras, memorizando versículos, fazendo lista de oração e o desenvolvendo estudos juntos no nível dos jovens. Caminhe junto com a gente, compartilhando, encorajando e prestando contas por Ele e para Ele
A Jornada de vida - por Ele, para Ele e com Ele.
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Wednesday, March 2, 2011
Monday, February 28, 2011
Agora Você Crê?
"Por isso cremos... respondeu-lhes Jesus: Credes agora?" - João 16. 30-31.
Agora cremos. Jesus diz: "Credes? Vem a hora em que me deixareis só." Muitos obreiros cristãos tem deixado Jesus Cristo só e ido trabalhar por um senso de dever ou necessidade, oriundo de seu próprio discernimento. A razão disso é a ausência da vida ressurreta de Jesus neles. A alma perdeu o contato íntimo com Deus por estribar-se no seu próprio entendimento religioso. Não há pecado nisso, nem a isso está ligada alguma punição; mas, quando a pessoa percebe o quanto barrou sua compreensão de Jesus Cristo, criando para si própria dúvidas, tristezas e dificuldades, tem de voltar cheia de vergonha e contrição.
Precisamos confiar na vida ressurreta de Jesus numa dimensão muito maior do que o fazemos, e cultivar o hábito de consultá-lo em tudo; em vez disso, tomamos nossas decisões baseados só no bom senso e pedimos que Deus as abençoe. Mas ele não pode abençoá-las; isso não condiz com ele, está fora da sua realidade. Se agimos levados pelo senso de dever, estabelecemos um padrão de ação em competição com Jesus Cristo. Damos uma de "superior": "Bem; neste assunto, devo fazer isto e aquilo." Colocamos no trono nosso senso de dever, em lugar da vida ressurreta de Jesus. Não nos foi dito que andemos à luz da consciência ou de um senso de dever, mas que andemos na luz como Deus está na luz. Quando fazemos algo a partir do senso de dever, temos argumentos para justificá-lo; quando, porém, o fazemos em obediência ao Senhor, nenhum argumento há que justifique o ato; por isso é que o servo de Deus está facilmente sujeito a ser ridicularizado.
Agora cremos. Jesus diz: "Credes? Vem a hora em que me deixareis só." Muitos obreiros cristãos tem deixado Jesus Cristo só e ido trabalhar por um senso de dever ou necessidade, oriundo de seu próprio discernimento. A razão disso é a ausência da vida ressurreta de Jesus neles. A alma perdeu o contato íntimo com Deus por estribar-se no seu próprio entendimento religioso. Não há pecado nisso, nem a isso está ligada alguma punição; mas, quando a pessoa percebe o quanto barrou sua compreensão de Jesus Cristo, criando para si própria dúvidas, tristezas e dificuldades, tem de voltar cheia de vergonha e contrição.
Precisamos confiar na vida ressurreta de Jesus numa dimensão muito maior do que o fazemos, e cultivar o hábito de consultá-lo em tudo; em vez disso, tomamos nossas decisões baseados só no bom senso e pedimos que Deus as abençoe. Mas ele não pode abençoá-las; isso não condiz com ele, está fora da sua realidade. Se agimos levados pelo senso de dever, estabelecemos um padrão de ação em competição com Jesus Cristo. Damos uma de "superior": "Bem; neste assunto, devo fazer isto e aquilo." Colocamos no trono nosso senso de dever, em lugar da vida ressurreta de Jesus. Não nos foi dito que andemos à luz da consciência ou de um senso de dever, mas que andemos na luz como Deus está na luz. Quando fazemos algo a partir do senso de dever, temos argumentos para justificá-lo; quando, porém, o fazemos em obediência ao Senhor, nenhum argumento há que justifique o ato; por isso é que o servo de Deus está facilmente sujeito a ser ridicularizado.
Sunday, February 27, 2011
O Empobrecido Ministério de Jesus
"Onde, pois, tens a água viva" - João 4.11.
"O poço é fundo" e muitíssimo mais fundo do que supunha a mulher samaritana! Pense nas profundezas da natureza humana, da vida humana, pense na profundidade dos "poços" que existem dentro de você. Será que você tem empobrecido o ministério de Jesus a tal ponto que ele nada possa fazer? Suponhamos que exista em seu coração um profundíssimo poço de perturbação , e Jesus chega e diz: "Não se turbe o vosso coração"; e você dá de ombros e responde: "Mas, Senhor, o poço é fundo; não podes tirar dele serenidade e consolo." Não, ele os trará lá de cima. Jesus não tira coisa alguma dos poços da natureza humana. Limitamos o Santo de Israel, ao nos reportarmos ao passado para lembrar o que lhe permitimos fazer por nós, e concluímos: "É claro que não posso querer que Deus faça que nós, seus discípulos, deveríamos crer que ele pode fazer. Empobrecemos o ministério dele quando esquecemos que ele é todo-poderoso; o empobrecimento está em nós, não nele. Recorremos a Jesus como o Consolador ou como o Senhor compassivo, mas não como o Todo-Poderoso.
Alguns de nós são exemplos tão pobres do cristianismo porque não temos um Cristo todo-poderoso. Temos experiências e atributos cristãos, mas nunca fizemos uma entrega total a Jesus Cristo. Empobrecemos o seu ministério quando, em circunstâncias difíceis, dizemos: "Claro que ele não pode fazer nada", e lutamos para atingir o fundo do poço na tentativa de tirar a atingir o fundo do poço na tentativa de tirar a água nós mesmos. Tenhamos cuidado com a sensação do alívio que há em desistir de tudo, e dizer: "É impossível." Sabemos que, se olharmos para Jesus, é possível. O poço de nossa imperfeição é fundo, mas não desistamos, e busquemos ao Senhor.
"O poço é fundo" e muitíssimo mais fundo do que supunha a mulher samaritana! Pense nas profundezas da natureza humana, da vida humana, pense na profundidade dos "poços" que existem dentro de você. Será que você tem empobrecido o ministério de Jesus a tal ponto que ele nada possa fazer? Suponhamos que exista em seu coração um profundíssimo poço de perturbação , e Jesus chega e diz: "Não se turbe o vosso coração"; e você dá de ombros e responde: "Mas, Senhor, o poço é fundo; não podes tirar dele serenidade e consolo." Não, ele os trará lá de cima. Jesus não tira coisa alguma dos poços da natureza humana. Limitamos o Santo de Israel, ao nos reportarmos ao passado para lembrar o que lhe permitimos fazer por nós, e concluímos: "É claro que não posso querer que Deus faça que nós, seus discípulos, deveríamos crer que ele pode fazer. Empobrecemos o ministério dele quando esquecemos que ele é todo-poderoso; o empobrecimento está em nós, não nele. Recorremos a Jesus como o Consolador ou como o Senhor compassivo, mas não como o Todo-Poderoso.
Alguns de nós são exemplos tão pobres do cristianismo porque não temos um Cristo todo-poderoso. Temos experiências e atributos cristãos, mas nunca fizemos uma entrega total a Jesus Cristo. Empobrecemos o seu ministério quando, em circunstâncias difíceis, dizemos: "Claro que ele não pode fazer nada", e lutamos para atingir o fundo do poço na tentativa de tirar a atingir o fundo do poço na tentativa de tirar a água nós mesmos. Tenhamos cuidado com a sensação do alívio que há em desistir de tudo, e dizer: "É impossível." Sabemos que, se olharmos para Jesus, é possível. O poço de nossa imperfeição é fundo, mas não desistamos, e busquemos ao Senhor.
Saturday, February 26, 2011
Mesquinhas apreensões sobre Jesus
"Senhor, tu não tens com que a tirar" - João 4.11.
"Eu me impressiono com as coisas maravilhosas que Deus diz, mas ele não pode querer que eu viva em todos os aspectos de minha vida!" Quando se trata de encaramos Jesus Cristo à luz de seus próprios méritos, nossa atitude é a de uma superioridade muito "espiritual": "Teus ideais são altos e nos impressionam, mas em face da realidade dos fatos não podem ser postos em prática." Todos nós pensamos assim de Jesus com relação a alguma questão. Essas apreensões se vêem nas perguntas levianas que os outros fazem à gente quando falamos sobre nosso relacionamento com Deus: "Onde você vai arrumar dinheiro?" "Quem vai sustentar você?" Ou partem de nós mesmos, e quando dizemos a Jesus que o nosso caso é difícil demais para ele. É muito fácil dizer: "Confie no Senhor", mas a gente precisa é viver. "Jesus não tem com que tirar - não tem nenhum meio de nos providenciar tais coisas." Cuidado com essa atitude falsamente espiritual que assim se expressa: "Não tenho nenhuma apreensão quanto a Jesus, mas apenas quanto a mim." Nenhum de nós tem apreensões acerca de si mesmo; é que sabemos exatamente o que não somos capazes de fazer; nossas apreensões são com relação a Jesus. Ficamos como que ofendidos ante o fato de que ele pode fazer o que não podemos.
As apreensões surgem quando decidimos nos esquadrinhar para descobrir como Cristo conseguirá realizar determinada coisa. As dúvidas brotam das profundezas de nossa própria inferioridade. Se detecto em mim mesmo tais dúvidas, devo trazê-las à luz e confessá-las: "Senhor, duvidarei de ti; não acreditei em teu poder infinito independente da minha limitada capacidade de compreendê-lo."
"Eu me impressiono com as coisas maravilhosas que Deus diz, mas ele não pode querer que eu viva em todos os aspectos de minha vida!" Quando se trata de encaramos Jesus Cristo à luz de seus próprios méritos, nossa atitude é a de uma superioridade muito "espiritual": "Teus ideais são altos e nos impressionam, mas em face da realidade dos fatos não podem ser postos em prática." Todos nós pensamos assim de Jesus com relação a alguma questão. Essas apreensões se vêem nas perguntas levianas que os outros fazem à gente quando falamos sobre nosso relacionamento com Deus: "Onde você vai arrumar dinheiro?" "Quem vai sustentar você?" Ou partem de nós mesmos, e quando dizemos a Jesus que o nosso caso é difícil demais para ele. É muito fácil dizer: "Confie no Senhor", mas a gente precisa é viver. "Jesus não tem com que tirar - não tem nenhum meio de nos providenciar tais coisas." Cuidado com essa atitude falsamente espiritual que assim se expressa: "Não tenho nenhuma apreensão quanto a Jesus, mas apenas quanto a mim." Nenhum de nós tem apreensões acerca de si mesmo; é que sabemos exatamente o que não somos capazes de fazer; nossas apreensões são com relação a Jesus. Ficamos como que ofendidos ante o fato de que ele pode fazer o que não podemos.
As apreensões surgem quando decidimos nos esquadrinhar para descobrir como Cristo conseguirá realizar determinada coisa. As dúvidas brotam das profundezas de nossa própria inferioridade. Se detecto em mim mesmo tais dúvidas, devo trazê-las à luz e confessá-las: "Senhor, duvidarei de ti; não acreditei em teu poder infinito independente da minha limitada capacidade de compreendê-lo."
Friday, February 25, 2011
O Despojamento do Serviço
"Se mais vos amo, serei menos amado?" - 2 Coríntios 12.15.
O amor natural espera retribuição, mas Paulo diz: pouco me importa se me amais ou não; estou disposto a despojar-me completamente, não apenas por amor de vós, mas para ganhar-vos para Deus. "Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós." A concepção de serviço condiz com a de Jesus Cristo; segundo ele, é sendo servos dos outros que o servimos. Jesus é mais socialista que os socialistas. Ele diz que, no seu reino, aquele que for o maior será servo de todos. O verdadeiro teste do cristão não é pregar o evangelho, mas lavar os pés dos discípulos, isto é, fazer aquilo que não conta muito na opinião dos homens, mas que representa tudo na de Deus. Paulo se deleitava em gastar-se pelo interesse de Deus nas outras pessoas, e não se importava com o preço que pagava por isso. Nós não; estamos sempre levando em conta a questão financeira: "Suponhamos que Deus queira que eu vá lá - e qual será o salário? E o clima? Como cuidarão de mim? A gente tem que pensar nessas coisas." Tudo isso é prova de que estamos servindo a Deus com reservas. O apóstolo Paulo não tinha nenhuma reserva. A vida de Paulo era uma amostra do conceito que Jesus Cristo tinha de um cristão do Novo Testamento: alguém que não apenas proclama o evangelho, mas que se faz pão partido" e "vinho derramado" nas mão de Jesus Cristo em favor dos outros.
O amor natural espera retribuição, mas Paulo diz: pouco me importa se me amais ou não; estou disposto a despojar-me completamente, não apenas por amor de vós, mas para ganhar-vos para Deus. "Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós." A concepção de serviço condiz com a de Jesus Cristo; segundo ele, é sendo servos dos outros que o servimos. Jesus é mais socialista que os socialistas. Ele diz que, no seu reino, aquele que for o maior será servo de todos. O verdadeiro teste do cristão não é pregar o evangelho, mas lavar os pés dos discípulos, isto é, fazer aquilo que não conta muito na opinião dos homens, mas que representa tudo na de Deus. Paulo se deleitava em gastar-se pelo interesse de Deus nas outras pessoas, e não se importava com o preço que pagava por isso. Nós não; estamos sempre levando em conta a questão financeira: "Suponhamos que Deus queira que eu vá lá - e qual será o salário? E o clima? Como cuidarão de mim? A gente tem que pensar nessas coisas." Tudo isso é prova de que estamos servindo a Deus com reservas. O apóstolo Paulo não tinha nenhuma reserva. A vida de Paulo era uma amostra do conceito que Jesus Cristo tinha de um cristão do Novo Testamento: alguém que não apenas proclama o evangelho, mas que se faz pão partido" e "vinho derramado" nas mão de Jesus Cristo em favor dos outros.
Wednesday, February 23, 2011
A Determinação de Servir
"O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir" - Mateus 20.28
A noção de serviço que Paulo tem é a mesma do Senhor: "No meio de vós, eu sou como quem serve"; "nós mesmos,... vossos servos por amor de Jesus". Temos a idéia de quem é chamado ao ministério é chamado para ser diferente dos outros. Segundo Jesus Cristo, ele é chamado para ser o "capacho" dos outros; para ser seu líder espiritual, nunca, porém, seu superior. "Sei estar humilhado", diz Paulo. Essa é a idéia de serviço que Paulo tem: "Gastar-me-ei até as últimas forças por vós; tanto faz que me elogieis ou me censureis, isso não fará nenhuma diferença." Enquanto houver um ser humano que não conheça Jesus Cristo, sou seu devedor para servi-lo até que o conheça. A mola-mestra do serviço de Paulo não é o amor aos homens, mas amor a Jesus Cristo. Se nos devotarmos à causa da humanidade não demoraremos a ficar sentidos e decepcionados, pois muitas vezes nos defrontaremos com mais ingratidão por parte das pessoas do que de um cachorro; mas, se nossa motivação é o amor a Deus, nenhuma ingratidão é capaz de impedir-nos de servir o nosso semelhante.
A compreensão de Paulo de como Jesus Cristo o tratara é o segredo de sua determinação para servir o próximo. "Noutro tempo era blasfemo, perseguidor e insolente" - não importa como os homens possam tratar-me, nunca me tratarão com a mesma maldade e o ódio com que tratei Jesus Cristo. Quando compreendemos que Jesus Cristo nos serviu a despeito de toda a nossa vileza, egoísmo e pecado, nada que possamos ter que suportar dos outros esgotará nossa determinação de servi-los por amor dele.
A noção de serviço que Paulo tem é a mesma do Senhor: "No meio de vós, eu sou como quem serve"; "nós mesmos,... vossos servos por amor de Jesus". Temos a idéia de quem é chamado ao ministério é chamado para ser diferente dos outros. Segundo Jesus Cristo, ele é chamado para ser o "capacho" dos outros; para ser seu líder espiritual, nunca, porém, seu superior. "Sei estar humilhado", diz Paulo. Essa é a idéia de serviço que Paulo tem: "Gastar-me-ei até as últimas forças por vós; tanto faz que me elogieis ou me censureis, isso não fará nenhuma diferença." Enquanto houver um ser humano que não conheça Jesus Cristo, sou seu devedor para servi-lo até que o conheça. A mola-mestra do serviço de Paulo não é o amor aos homens, mas amor a Jesus Cristo. Se nos devotarmos à causa da humanidade não demoraremos a ficar sentidos e decepcionados, pois muitas vezes nos defrontaremos com mais ingratidão por parte das pessoas do que de um cachorro; mas, se nossa motivação é o amor a Deus, nenhuma ingratidão é capaz de impedir-nos de servir o nosso semelhante.
A compreensão de Paulo de como Jesus Cristo o tratara é o segredo de sua determinação para servir o próximo. "Noutro tempo era blasfemo, perseguidor e insolente" - não importa como os homens possam tratar-me, nunca me tratarão com a mesma maldade e o ódio com que tratei Jesus Cristo. Quando compreendemos que Jesus Cristo nos serviu a despeito de toda a nossa vileza, egoísmo e pecado, nada que possamos ter que suportar dos outros esgotará nossa determinação de servi-los por amor dele.
Monday, February 21, 2011
A Disciplina da Tenacidade Espiritual
"Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" - Salmo 46.10.
Ter tenacidade é mais do que ter paciência aliada à absoluta certeza de que o que esperamos vai acontecer. A tenacidade é mais do que perseverança, pois esta talvez seja apenas uma fraqueza, ou seja, um excessivo medo de recuar. A tenacidade é o supremo esforço daquele que se recusa a acreditar que seu herói vai ser derrotado. O maior medo que temos não é o de sermos condenados, mas é o temor de que Jesus Cristo acabe levando a pior, e que os valores que ele representa - amor e justiça, perdão e bondade entre os homens - acabem por não vencer; o temor de que tudo aquilo que ele defende pareça fogo-fátuo. Vem, então, o apelo à tenacidade espiritual, não para perseverarmos sem fazer nada, mas para trabalharmos determinadamente, na certeza de que Deus não vai levar a pior.
Se neste momento nossas esperanças estão sendo frustradas, isso significa que estão sendo purificadas. Não há nada de nobre que a mente humana não tenha esperado ou sonhado, que não possa vir a realizar-se. Uma das maiores tensões da vida é a de esperar por Deus. "Porque guardaste a palavra da minha perseverança."
Permaneça espiritualmente tenaz.
Ter tenacidade é mais do que ter paciência aliada à absoluta certeza de que o que esperamos vai acontecer. A tenacidade é mais do que perseverança, pois esta talvez seja apenas uma fraqueza, ou seja, um excessivo medo de recuar. A tenacidade é o supremo esforço daquele que se recusa a acreditar que seu herói vai ser derrotado. O maior medo que temos não é o de sermos condenados, mas é o temor de que Jesus Cristo acabe levando a pior, e que os valores que ele representa - amor e justiça, perdão e bondade entre os homens - acabem por não vencer; o temor de que tudo aquilo que ele defende pareça fogo-fátuo. Vem, então, o apelo à tenacidade espiritual, não para perseverarmos sem fazer nada, mas para trabalharmos determinadamente, na certeza de que Deus não vai levar a pior.
Se neste momento nossas esperanças estão sendo frustradas, isso significa que estão sendo purificadas. Não há nada de nobre que a mente humana não tenha esperado ou sonhado, que não possa vir a realizar-se. Uma das maiores tensões da vida é a de esperar por Deus. "Porque guardaste a palavra da minha perseverança."
Permaneça espiritualmente tenaz.
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